OPA! UMA BOA NOTÍCIA!

A boa notícia da semana nos foi dada pelo Congresso Nacional. Por lá se disse não ao desejo do governo federal de arrancar mais 20 bilhões de reais dos contribuintes. E a gente por aqui metendo o malho na turma! Pode?

Confirmem: caiu por terra, a Medida Provisória 1.303/2025, criada como alternativa ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), rejeitada antes. Agora, o “buraco” no orçamento de 2026 alcançará algo em torno de 35 bilhões de reais. O que fará o governo?

Imagino que tentará obter o dinheiro por outros caminhos. Sim, pois o governo quer permanecer vivo sem mexer um milímetro nas despesas, pois esse é o costume. Não passa pela cabeça dos agentes do Estado – nunca passou – reduzir despesas. Isso nunca!

Não passa nem mesmo pela cabeça daqueles que rejeitaram a tal Medida Provisória, os componentes de um Congresso Nacional que nos custa 13,48 bilhões de reais por ano, 22,69 milhões por cabeça parlamentar. Sendo mais claro, cada senador e cada deputado federal nos custa 62 mil reais por dia! Que loucura!

Quando me deparo com os custos do Estado Brasileiro, um conjunto formado pelos poderes executivo, legislativo e judiciário e por todos os órgãos pendurados neles, segmentados por 5.569 cidades e 27 estados, incluindo o Distrito Federal, eu me lembro do alerta feito por Deus, quando o povo de Israel resolveu encher-lhe a paciência com o pedido para ter um rei:

“E disse o senhor a Samuel: Este será o costume do rei que houver de reinar sobre vós: (…) Tomará o melhor das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos. E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará para dar aos seus oficiais, e os dará aos seus servos…” (I Samuel 8)

É como diz o meu professor Paulo Rabello de Castro: “O modo mais eficaz de domínio de um povo não é pelas armas, e sim pela promessa de um sonho impossível de “governo grátis”…(O mito do governo grátis).

Ano que vem teremos eleições para escolher o presidente, os governadores, os senadores (dois por estado) e deputados federais e estaduais. Que tal ir às urnas com o custo de toda essa turma anotado num papelzinho ou na lembrança?

As opiniões do autor nem sempre refletem uma posicão consensual da diretoria ou conselhos do Atlantico.

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