Aceleração dos Investimentos e a Reforma do Estado

Aceleração dos Investimentos e a Reforma do Estado
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A economia brasileira tomou rumos desastrosos na última década e é preciso recolocá-la nos trilhos com um pacto produtivo que envolva tanto o setor privado, quanto o setor público. Trata-se de promover uma forte aceleração dos investimentos, alocando recursos em setores que nos tornarão mais competitivos, mais dinâmicos e com maior capacidade de gerar riquezas. Somente o crescimento econômico sustentado garantirá o aumento da renda, a melhoria das condições de vida, a expansão sadia das receitas e a consequente ampliação dos serviços oferecidos pelo Estado.

O Brasil tem uma relação Investimento/PIB pífia, incapaz de alavancar o seu crescimento econômico. Partindo de um patamar de cerca de 20% no início da década (insuficiente para alcançar o status de país desenvolvido), os investimentos encolheram e hoje rondam os 15% do PIB.

A fatia dos recursos públicos destinados aos investimentos foi drasticamente reduzida. Grande parte dos gastos do governo são despesas obrigatórias. Engessadas e com forte resistência a redução, estas despesas se elevaram a ponto de comprometer a capacidade do Estado investir.

A reforma do Estado

É necessária uma reforma do Estado que reorganize as contas públicas e permita alocar recursos para os investimentos. Com o aumento da eficiência dos gastos e da previsibilidade, o setor privado e o capital internacional também serão estimulados a investir no país.

A reforma depende de medidas como o Orçamento Base Zero, que reformulará completamente as despesas da União. A ideia é que os gestores públicos deixem de utilizar os gastos dos anos anteriores como referência obrigatória ou justificativa para o próximo Orçamento.

Também é necessária uma nova regra para o Teto de Gastos, contendo a elevação da dívida pública e direcionando recursos para o investimento, à medida que o PIB cresce. Por fim, uma renegociação entre Estados e União para transformar parte do pagamento de dívidas em investimentos.

Estas propostas são defendidas pelo ATLÂNTICO para o Brasil impulsionar a economia e criar oportunidades, superando a crise e realizando o seu enorme potencial.

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